quarta-feira, agosto 20, 2008

Do livro Libertação Animal

"Suponhamos que temos um acre(+/- metade de 1 hect) de terra fértil.Podemos utilizar essa terra para cultivar um alimento vegetal com elevado teor proteico,como ervilhas ou feijões.Se fizermos isso,a terra produzirá entre 150 e 250kgs de proteína.Em alternativa,podemos utilizar a terra para cultivar alimento de animais e, depois,matar e comer os animais.Assim, a nossa terra produzirá entre 20 e 27 kgs de proteínas . .."
" O acre de terra cultivado com aveia produz 6 vezes mais as calorias obtidas através da carne de porco e 25 vezes mais que se conseguem na carne de vaca..."
" A mesma quantidade de terra cultivada com bróculos produz 24 vezes mais ferro do que a mesma área utilizada na produção de carne de vaca,alterando-se a proporção para 16 vezes mais se a planta cultivada for a aveia.....os bróculos fornecem ainda 5 vezes mais cálcio do que o leite.."
" Meio quilo de carne exige 50 vezes mais água do que a quantidade equivalente de trigo".
" A água necessária a um boi de 500kgs faria flutuar um contratorpedeiro".

Isto são meros exemplos...poucos,podia escrever páginas e páginas mas o melhor é comprarem o livro

Etiquetas: ,

quarta-feira, agosto 13, 2008

Tudo tem um motivo para acontecer

Ontem, 12 de Agosto de 2008, ía eu muito sossegada no meu caminho para casa,pensando que a minha Mãe já estaria à minha espera para irmos comprar um telemovel novo :) para mim, quando na via rápida onde seguia deparo-me com um desnorteado e confuso cão que tentava a todo custo sair dali....vinha na minha direcção...passei por ele(depois descobri que era uma ela) e mal consegui,estacionei o carro na berma...quatro piscas e zás...pois lá fui eu de marcha atrás até me aproximar dela e rezando para que nenhum carro lhe batesse...que aflição!!!
Parei e fui chamando por ela...passaram dezenas de carros,todos indiferentes aquele ser ali perdido,e ao outro(eu) ali, aflita, chamando e assobiando como se meu cão fosse...uma carrinha parou e de lá saiu um rapaz que tentou segura-la mas sem sucesso,entretanto um outro carro também parou e eu consegui com mais chamos e assobios fazer com que ela viesse ter comigo...segurei-a e fiz-lhe festinhas...o senhor do segundo carro perguntou-me se queria ajuda,ao que respondi que sim ( lógico que precisava...)..então lá pegamos na menina e pusemos-la no meu carro,perguntou-me se era minha e eu : não,ela andava aqui perdida e parei para a tirar daqui...(coisa mais lógica do mundo,para mim) o senhor que me disse ter duas filhas que também eram "tolas" por animais ( cães,porque os outros comem-os),facto que também o fez parar para me ajudar, afirmou com toda a convicção e veracidade dirigindo-se à cadela : - " hoje é o teu dia de sorte". E sim, foi o dia ou a hora da sorte dela, porque mais uns minutos e lá ia ela para outro mundo, o minuto que eu saí mais cedo do trabalho para ir comprar o meu telemovel e que fez com que me cruzasse com ela ainda viva... Vou ficar com ela uns dias e depois considerar a hipotese de ficar com ela..tenho que negociar com a Michelle..ela ontem ficou muito ciumenta :)


























Etiquetas:

terça-feira, agosto 12, 2008

As excepções são raras mas existem...e nem todos têm tudo de mau..

"É uma história real.
Triste, reveladora de desumanidade e preocupante porque espelha o que de mais baixo pode haver no ser humano.
Numa estrada, algures em Portugal, um homem dirigia a sua viatura, conduzindo logo atrás de uma outra que subitamente abrandou a marcha de forma bem significativa, obrigando-o a uma travagem brusca. É então que vê um pequeno " embrulho " ser atirado pela janela do " pendura " tendo caído a uns quatro metros da berma da estrada.
Intrigado o nosso homem resolve parar o automóvel e dirigir-se para o local a fim de constatar o que tinha sido atirado pela janela. E foi com espanto que, ao desatar o nó do saco de plástico, deparou-se-lhe um cachorrinho, ainda bébé, que gania alto.
O homem em causa, de 1,87 m de altura e bem constituído, refeito do espanto e da surpresa, sentiu uma revolta surda que o dominou por completo. Entrou no carro de novo com o cão bébé e arrancou em alta velocidade pela estrada que seguia, tendo conseguido alcançar, ao fim de 15 minutos, a viatura de onde o cachorrinho houvera sido lançado para fora e, numa manobra abrupta mas rápida, fez a ultrapassagem necessária para logo de imediato proceder a uma travagem a fim de conseguir a imobilização da viatura em causa. O que sucedeu.
Saindo do seu automóvel, o homem dirigiu-se para a porta do pendura com o cachorrinho bébé e, para seu espanto, viu que a pessoa em causa era uma mulher.
- Este cachorrinho é seu, não é verdade? -, perguntou ele.
- Não. Deve estar enganado - , respondeu ela.
- Não estou enganado. Vi-a a atirá-lo pela janela fora quando seguia atrás de vós - , continuou ele.
A mulher nada disse, fechando-se num mutismo próprio de quem se sentira apanhada.
Acto contínuo o homem abriu a porta do carro onde ela se encontrava sentada e desferiu duas sonoras e não menos violentas bofetadas no seu rosto. Um homem, que seria o marido da mesma, abre a porta da viatura a fim de tirar o desforço devido e só não fez mais nada porque ouviu a seguinte frase: " A tua mulher levou duas chapadas mas tu, se avanças, não ficas direito ". O marido da senhora resolveu prudentemente fechar a porta do carro e quedar-se no interior.
O homem que tinha o cachorrinho, com voz calma mas que revelava profunda emoção, olhando para a senhora rematou de forma pausada: " É bem verdade que quem não gosta de animais não pode gostar de pessoas ".
O cachorrinho é hoje uma linda cadela de três anos de idade, bem tratada, querida e meiga. O dono dela é o nosso homem que se viu em grandes dificuldades para amamentá-la a biberão em intervalos de duas horas até às seis semanas de vida.
Direitos dos animais? Respeito pela vida? Reconhecimento que a vida é algo que não nos pertence? Tudo isso são conceitos estranhos para uma grande e significativa parte dos homens e mulheres deste mundo. Não podemos, desta forma, admirar-nos do que os homens fazem aos seus semelhantes, porque, na verdade, quem não gosta de animais não pode gostar de pessoas."

Etiquetas:

terça-feira, agosto 05, 2008

Raça maldita..a humana.

Não consigo...comecei a ler o livro e não consigo continuar...ainda vou nas primeiras páginas mas a brutalidade e crueldade descritas são tão duras que as náuseas invadem o meu corpo e as lágrimas teimam em cair...o primeiro capítulo fala de experiências em macacos numa base militar dos EUA...
Na próxima postagem irei transcrever partes do livro..hoje não consigo.